Na madrugada de 9 de junho de 1933, em Madri, Aurora Rodríguez Carballeira matou a própria filha enquanto ela dormia, disparando quatro tiros. Em seguida, procurou o advogado José Botella Asensi e confessou o crime com frieza, sem negar a autoria.
O caso chocou a Espanha, já que Aurora era vista como uma mulher culta e brilhante. A vítima, Hildegart Rodríguez, tinha 18 anos e era uma prodígio, conhecida por seu ativismo e produção intelectual. A história inspirou obras como o romance de Almudena Grandes, que destacou o caráter extraordinário do caso.