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Tragédia: Policial militar morre após acidente de moto em avenida de Fortaleza

Agente do Rio Grande do Norte, conhecido como “Caveira”, atuava no sistema penitenciário do Ceará

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  • Policial militar do RN morre em acidente de moto em Fortaleza.
  • Giambattista Ferreira da Cunha, 51 anos, perdeu o controle da motocicleta na Avenida Godofredo Maciel.
  • Circunstâncias do acidente serão apuradas pela 8ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.
  • Giambattista integrava a Polícia Militar do RN, mas estava à disposição da Secretaria da Administração Penitenciária do Ceará.
Giambattista Ferreira da Cunha morreu em um acidente em Fortaleza, na manhã desta terça-feira | Foto: Reprodução
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O policial militar do Rio Grande do Norte Giambattista Ferreira da Cunha, de 51 anos, morreu em um acidente de moto na manhã desta terça-feira (2), na Avenida Godofredo Maciel, no bairro Mondubim, em Fortaleza.

Segundo testemunhas, o agente seguia de Maracanaú em direção ao bairro Parangaba quando perdeu o controle da motocicleta em uma curva e colidiu contra a estrutura de sustentação de uma placa de sinalização instalada no canteiro central da via. Ele morreu ainda no local.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), as circunstâncias do acidente serão apuradas pela 8ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre possíveis fatores que possam ter contribuído para a colisão.

Atuação no sistema penitenciário

Conhecido entre colegas de profissão pelo apelido de "Caveira", Giambattista integrava a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, mas estava à disposição da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará (SAP-CE), onde exercia funções ligadas à segurança pública.

Em nota, a pasta lamentou a morte do agente e destacou sua trajetória profissional.

Eternizado como Caveira, este nobre policial militar do Rio Grande do Norte entregou dedicação, suor, talento e bons exemplos para a segurança pública do Ceará e do Brasil. A perda presencial é irreparável, mas o legado do Caveira estará sempre presente entre a polícia penal do Ceará e todos os outros irmãos de farda que por aqui passaram e conviveram com o guerreiro.

Presença nas redes sociais

Além da atuação nas forças de segurança, Giambattista mantinha um perfil nas redes sociais voltado para temas relacionados à atividade policial. A página reunia mais de 75 mil seguidores, com publicações sobre rotina profissional, reflexões e experiências na área da segurança pública.

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