- Homem foi resgatado após invadir escola em Maracanaú e ficar preso no telhado.
- Equipes de polícia, bombeiros e Samu atuaram para resgatar o homem com segurança.
- Relatos de moradores indicam uso de drogas e alteração de comportamento antes da invasão.
- Circunstâncias da entrada no prédio e danos serão investigadas pela autoridade competente.
- Estado de saúde do homem não foi divulgado após o atendimento de emergência.
Um homem foi resgatado após invadir uma escola em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, e ficar preso no telhado da unidade. O caso aconteceu na Escola Adalto Ferreira Lima, no Conjunto Timbó. Segundo relatos de moradores, o homem teria feito uso de drogas antes de apresentar um episódio de alteração e entrar na escola.
Durante a ocorrência, equipamentos da unidade de ensino teriam sido danificados. Depois de entrar no prédio, o homem subiu até o telhado e acabou ficando preso no local. A identidade do homem não foi divulgada.
Polícia, Bombeiros e Samu participam do resgate
A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os profissionais atuaram para retirar o homem do telhado com segurança. A presença das equipes foi necessária diante do risco relacionado à permanência dele sobre a estrutura da escola.
Após o resgate, o homem recebeu atendimento das equipes de emergência que estavam no local. Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre o estado de saúde dele.
Circunstâncias da invasão serão apuradas
As circunstâncias que levaram o homem a entrar na escola e subir no telhado deverão ser esclarecidas. Também deverão ser verificadas as condições em que ocorreram os danos relatados na unidade de ensino. A informação de que ele teria feito uso de drogas antes da invasão partiu de relatos de moradores e não foi confirmada oficialmente no material disponibilizado.
Também não foram informados detalhes sobre eventual encaminhamento do homem para uma unidade de saúde ou sobre a adoção de medidas policiais em relação à invasão e aos possíveis danos provocados na escola.