- Policia Civil prendeu homem suspeito de envolvimento na morte de Maria Itelvina Monteiro de Arruda, de 61 anos.
- Crime ocorreu em Camocim, no litoral do Ceará, e a vítima foi encontrada sem vida em um terreno baldio.
- Policia reuniu indícios que apontaram o suspeito como autor do homicídio, incluindo a localização da motocicleta da servidora em posse dele.
- Homem foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça; investigações continuam para esclarecer circunstâncias do crime.
A Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (16), um homem de 35 anos suspeito de envolvimento na morte da servidora pública Maria Itelvina Monteiro de Arruda, de 61 anos, conhecida popularmente como "Mocinha". O crime ocorreu em Camocim, no litoral do Ceará.
De acordo com as investigações, a vítima foi encontrada sem vida em um terreno baldio localizado no bairro Tijuca. Durante o trabalho investigativo, os policiais reuniram indícios que apontaram o suspeito como possível autor do homicídio.
Um dos principais elementos considerados pela polícia foi a localização da motocicleta da servidora em posse do investigado. A descoberta reforçou as suspeitas e contribuiu para o avanço das diligências que resultaram na prisão.
Após o cumprimento do mandado judicial, o homem foi encaminhado à delegacia para os procedimentos cabíveis e permanece à disposição da Justiça.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer todas as circunstâncias do crime e identificar eventuais responsabilidades de outras pessoas envolvidas.
Desaparecimento e localização do corpo
Maria Itelvina havia desaparecido após sair de casa e não retornar nem manter contato com familiares. O corpo foi localizado no dia seguinte ao desaparecimento.
No local onde a vítima foi encontrada, os investigadores identificaram vestígios que indicam possível luta corporal. As sandálias da servidora estavam espalhadas nas proximidades de uma área de mata. A polícia também constatou que ela estava parcialmente sem roupas.
Durante as buscas, equipes localizaram o aparelho celular da vítima abandonado em outro ponto da cidade, fato que passou a integrar a linha de investigação do caso.