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Homem é preso suspeito de abusar da enteada e das sobrinhas durante anos no Ceará

Investigado foi detido em Amontada após pedido do Ministério Público. Entre as vítimas estão uma criança e quatro mulheres da família, que eram menores de idade na época dos crimes.

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  • Homem foi preso na quarta-feira (28) por crimes sexuais contra familiares em Amontada, Ceará.
  • Abusos teriam ocorrido por anos, envolvendo crianças e mulheres menores de idade da família.
  • Ministério Público solicitou prisão preventiva após denúncia e investigação conjunta com a Polícia Civil.
  • Proximidade familiar e medo dificultaram a comunicação dos casos às autoridades.
  • Caso segue em investigação para esclarecimento dos crimes cometidos.
A prisão foi realizada após solicitação do Ministério Público, em uma ação conjunta com a Polícia Civil. | Foto: Divulgação/SSPDS
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Um homem foi preso na quarta-feira (28), suspeito de cometer crimes sexuais contra a enteada, sobrinhas e outras familiares no município de Amontada, no interior do Ceará. Segundo o Ministério Público do Ceará (MPCE), os abusos teriam ocorrido durante anos e atingido uma criança e outras quatro mulheres da família, todas menores de idade na época dos fatos.

A prisão foi realizada após solicitação do Ministério Público, em uma ação conjunta com a Polícia Civil. A investigação começou depois que a Promotoria de Justiça da comarca recebeu uma denúncia por telefone e solicitou a apuração do caso à delegacia local. De acordo com o MPCE, o investigado utilizava a proximidade familiar para atrair as vítimas, oferecendo dinheiro, chocolates e biscoitos em troca do silêncio delas.

Abusos teriam começado quando vítima tinha cinco anos

Entre os casos investigados está o de uma menina que tinha dez anos e, segundo as apurações, sofria abusos desde os cinco anos de idade. A criança chegou a apresentar mudanças de comportamento durante o período. O Ministério Público também identificou que as vítimas e as testemunhas pertenciam ao mesmo círculo familiar e à vizinhança do suspeito.

Medo dificultou denúncias

Segundo o Ministério Público, o fato de o investigado morar em uma localidade pequena e manter proximidade com as vítimas e testemunhas contribuiu para que os casos não fossem comunicados às autoridades na época em que teriam ocorrido.

Diante da situação, o órgão solicitou a prisão preventiva do suspeito, que foi cumprida com apoio da Polícia Civil. O caso segue sob investigação para o esclarecimento dos crimes.

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