A alimentação inadequada fecha a lista dos hábitos apontados pelo especialista. Dietas ricas em alimentos ultraprocessados, açúcar e gorduras em excesso favorecem o ganho de peso, aumentam a inflamação do organismo e elevam o risco de doenças cardiovasculares e metabólicas.
O acúmulo de gordura visceral, especialmente na região abdominal, está associado à resistência à insulina, alterações no colesterol e maior probabilidade de desenvolver hipertensão e diabetes. Todos esses fatores representam uma sobrecarga importante para o coração.
Para proteger a saúde cardiovascular, a recomendação é priorizar alimentos naturais e ricos em nutrientes. Leguminosas, carnes magras, vegetais, frutas, grãos integrais e oleaginosas fornecem proteínas, fibras, vitaminas e minerais essenciais para o bom funcionamento do organismo.
Além da escolha dos alimentos, a forma de comer também faz diferença. Praticar a alimentação consciente, mastigar lentamente e evitar distrações, como celular ou televisão durante as refeições, favorece uma melhor percepção da saciedade e contribui para escolhas mais equilibradas.
A combinação entre alimentação saudável, atividade física, sono adequado, controle do estresse e abandono do tabagismo forma a base para um envelhecimento mais saudável. Embora nenhuma dessas mudanças produza resultados imediatos, a soma de pequenos hábitos ao longo dos anos pode fazer grande diferença na proteção do coração e na qualidade de vida.