Os primeiros estudos realizados em crianças e adultos indicaram que altas doses do medicamento são seguras. No entanto, ainda não há comprovação suficiente de que o mebendazol seja capaz de reduzir ou controlar o câncer cerebral em humanos.
“Temos bastante pesquisa em animais e linhagens celulares que parecem promissoras, mas os estudos em humanos ainda são bastante limitados”, destacou O’Callaghan.