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Quer chegar aos 100 anos? Veja as 3 bebidas citadas por especialista em longevidade

Especialista nas chamadas Zonas Azuis destaca água, café puro e vinho tinto, mas consumo de bebidas alcoólicas exige cautela;

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  • Especialista em longevidade aponta água, café e vinho tinto como bebidas comuns em Zonas Azuis.
  • Consumo de água é essencial para hidratação e funcionamento do corpo, segundo o especialista.
  • Café puro, sem aditivos, deve ser consumido em quantidade moderada e antes do meio-dia.
  • Vinho tinto é associado à longevidade, mas não deve ser visto como estratégia para prolongar a vida.
3 bebidas ajudam na longevidade | Foto: Reprodução
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Adotar hábitos saudáveis no dia a dia pode contribuir para uma vida mais longa. Para quem busca melhorar a rotina, algumas bebidas comuns merecem atenção. 

O especialista em longevidade Dan Buettner, conhecido por estudar as chamadas Zonas Azuis, regiões do mundo que se destacam pela presença de pessoas que alcançam idades avançadas, apontou três opções que fazem parte dos hábitos observados nesses locais.

Em um vídeo publicado nas redes sociais e citado pela Fox News, Buettner destacou a água, o café puro e o vinho tinto. As recomendações, porém, devem ser interpretadas com cautela: nenhum alimento ou bebida, isoladamente, garante uma vida mais longa.

1. Água: a principal escolha para o organismo

A hidratação é um dos cuidados básicos para o funcionamento do corpo. Segundo Buettner, pessoas que vivem nas Zonas Azuis costumam consumir de seis a sete copos de água por dia.

“A melhor coisa que você pode beber para chegar aos 100 anos é, sem dúvida, água”, afirmou o especialista.

O consumo adequado de água ajuda a manter o equilíbrio dos líquidos no organismo, favorece a circulação e contribui para o funcionamento de diferentes órgãos. A quantidade necessária, entretanto, varia de acordo com fatores como idade, nível de atividade física, clima e condições de saúde.

2. Café puro: atenção à quantidade e ao horário

O café também aparece entre as bebidas mencionadas por Buettner, mas com uma orientação específica: consumi-lo sem leite, açúcar ou creme.

A recomendação do especialista é beber uma ou duas xícaras por dia e evitar o consumo após o meio-dia. Ele destaca a presença de antioxidantes e polifenóis no café, compostos vegetais estudados por seus possíveis efeitos anti-inflamatórios.

Estudos observacionais também associam o consumo moderado de café a um menor risco de diabetes tipo 2 e de algumas doenças neurológicas. Isso não significa, contudo, que a bebida previna essas condições ou que seus efeitos sejam iguais para todas as pessoas.

Quem apresenta sensibilidade à cafeína, ansiedade, palpitações ou dificuldades para dormir deve observar como o organismo reage e ajustar o consumo conforme a orientação de um profissional de saúde.

3. Vinho tinto: recomendação exige cautela

O vinho tinto é a opção mais controversa da lista. Buettner reconhece as críticas recentes relacionadas à bebida, mas afirma que ela faz parte dos hábitos de algumas populações das Zonas Azuis.

“Estou bem ciente de toda a publicidade negativa que o vinho tem recebido ultimamente, mas ele é consumido nas Zonas Azuis e parece prolongar a vida”, declarou.

É importante, porém, diferenciar a presença do vinho em determinados hábitos culturais de uma comprovação de que a bebida aumenta a longevidade. O álcool está associado a riscos à saúde, e não há recomendação médica para começar a beber com o objetivo de viver mais.

Afinal, o que vale incorporar à rotina?

Entre as três opções, a água é a escolha mais diretamente relacionada à hidratação e aos cuidados básicos com a saúde. O café pode fazer parte da rotina de muitos adultos, desde que consumido de forma adequada e considerando a tolerância individual.

Já o vinho tinto não deve ser tratado como uma estratégia de prevenção de doenças ou de aumento da expectativa de vida.

Mais do que apostar em uma bebida específica, o caminho para envelhecer com saúde envolve um conjunto de hábitos, como alimentação equilibrada, atividade física regular, sono adequado e acompanhamento médico. As experiências das Zonas Azuis podem oferecer pistas sobre a longevidade, mas não representam uma fórmula universal.

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