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Quando a música também cuida: como a musicoterapia pode contribuir para a saúde mental - “Não guarde tudo para você”

Em meio às discussões do Setembro Amarelo, especialista explica como a música pode ser utilizada de forma terapêutica no cuidado com a saúde mental - “Não guarde tudo para você”

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“Não guarde tudo para você”

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Ao falar sobre alguém que enfrenta um momento emocional difícil e acredita que precisa lidar sozinho com os problemas, Naor deixa uma mensagem baseada em sua fé e também na importância de buscar ajuda profissional.

“Não ficar com tudo sozinho”, aconselha.

Para ele, além da espiritualidade, é importante procurar ajuda quando necessário e compartilhar o sofrimento com pessoas de confiança e profissionais preparados para oferecer atendimento.

A mensagem dialoga diretamente com uma das questões centrais da prevenção ao suicídio: o silêncio pode aumentar o isolamento, enquanto falar sobre o sofrimento pode abrir caminho para o cuidado.

O Setembro Amarelo reforça essa conversa, mas o cuidado não precisa e não deve , ficar restrito ao mês de setembro.

A música pode acompanhar momentos de alegria, tristeza, memória e transformação. E, quando utilizada dentro de um processo terapêutico, pode ajudar a criar caminhos de comunicação e expressão para pessoas que nem sempre conseguem dizer em palavras aquilo que sentem.

No fim, talvez essa seja uma das maiores forças da música: ela consegue chegar a lugares onde, muitas vezes, as palavras não conseguem chegar.

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