Entre os diferentes dispositivos utilizados no dia a dia, o celular merece atenção especial. Por ser uma tela pequena e geralmente utilizada a uma distância reduzida dos olhos, o aparelho pode favorecer períodos prolongados de concentração e, consequentemente, uma menor frequência de piscadas.
A situação é ainda mais preocupante entre adolescentes, que costumam passar várias horas por dia conectados. Além das atividades escolares realizadas em computadores e tablets, o celular acaba ocupando boa parte do tempo de lazer.
Outro fator apontado pela especialista é o hábito de utilizar o aparelho em ambientes pouco iluminados, especialmente dentro do quarto.