Depois de consumido, o álcool chega à corrente sanguínea e alcança o cérebro, onde interfere na atividade de diferentes neurotransmissores. Em pequenas quantidades, seus efeitos podem parecer passageiros, mas o consumo frequente pode provocar consequências mais duradouras.
Pesquisas associam o consumo excessivo de álcool a alterações na estrutura cerebral, incluindo redução do volume de determinadas regiões. Também há evidências de impactos sobre as conexões responsáveis pela comunicação entre diferentes áreas do órgão.
Essas alterações podem estar relacionadas a funções como memória, atenção e capacidade de organização. Quanto maior e mais prolongada a exposição ao álcool, maior tende a ser a preocupação com esses efeitos.
Por isso, o padrão de consumo é mais importante do que considerar apenas uma bebida consumida ocasionalmente.