Com a chegada do Carnaval, o glitter volta a ocupar espaço central nas produções dos foliões. O brilho intenso é quase um símbolo da festa e aparece em maquiagens, penteados e fantasias criativas. Apesar do efeito visual marcante, é importante saber que nem todo produto disponível no mercado é apropriado para uso na pele.
O glitter vendido em papelarias, por exemplo, não é desenvolvido para aplicação tópica. Ele é composto por microplásticos triturados e pigmentos industriais, voltados para artesanato e decoração. Quando usado no rosto ou no corpo, pode provocar irritações, alergias e pequenas lesões, principalmente em peles sensíveis.
Além dos riscos à saúde, esse tipo de glitter também representa um problema ambiental. As partículas plásticas são difíceis de degradar e acabam indo parar em rios e mares após a remoção no banho. Por isso, a escolha do produto deve levar em consideração tanto a segurança da pele quanto o impacto ecológico.
Optar por versões cosméticas é a alternativa mais segura. Produtos formulados para maquiagem passam por testes específicos e são desenvolvidos para contato direto com a pele. Assim, reduzem significativamente as chances de reações adversas durante a folia.