Algumas dores exigem atenção redobrada por parte do paciente. Entre elas, os especialistas destacam:
Dor torácica: pode indicar infarto, angina instável ou fraturas na costela. A dor costuma piorar ao respirar, tossir, rir ou se movimentar.
Dor abdominal intensa e súbita: pode sinalizar apendicite, pancreatite, obstrução intestinal ou aneurisma. Sinais adicionais incluem febre, vômitos persistentes e distensão abdominal.
Dor de cabeça súbita ou muito forte: alerta para hemorragia cerebral, trombose ou aneurisma, especialmente quando acompanhada de confusão mental, fala arrastada, convulsões ou visão turva.
Dor lombar com perda de força e sensibilidade nas pernas: pode indicar síndrome da cauda equina, uma emergência neurológica que exige atendimento imediato para evitar paralisia ou incontinência.
Dor associada a alteração de consciência ou fala: qualquer dor acompanhada desses sintomas deve ser considerada sinal de alerta para problemas neurológicos graves.
Dor persistente que não melhora com medidas simples: mesmo que não haja sinais aparentes de gravidade, a persistência da dor exige avaliação profissional.
Kubota ressalta que a atenção ao contexto da dor é fundamental. Mudanças súbitas, intensificação da intensidade ou presença de outros sintomas devem ser investigadas rapidamente para evitar complicações graves.