Identificar a doença renal ainda nas fases iniciais permite iniciar medidas capazes de retardar sua progressão e preservar a função dos rins por mais tempo.
Dependendo do caso, o tratamento pode incluir medicamentos específicos, controle rigoroso da pressão arterial, da glicemia e acompanhamento periódico com exames laboratoriais.
Em muitos pacientes, essas medidas conseguem reduzir significativamente o risco de evolução para insuficiência renal, diminuindo a necessidade futura de diálise ou transplante.
Quanto mais cedo a alteração é identificada, maiores costumam ser as possibilidades de manter a qualidade de vida e evitar complicações.