Embora os resultados sejam promissores, os especialistas ressaltam que a ciência ainda está nos primeiros passos para compreender o papel da dieta cetogênica na saúde mental.
Para que ela possa ser incorporada às recomendações clínicas, serão necessários estudos multicêntricos envolvendo um número maior de participantes, acompanhamento prolongado e avaliações detalhadas sobre sua segurança e eficácia.
Até lá, a dieta cetogênica deve ser vista como uma possível ferramenta complementar do tratamento, e não como uma cura para transtornos psiquiátricos.