A cúrcuma é conhecida pelo uso como tempero, mas também chama atenção da ciência por causa da curcumina, um dos principais compostos presentes na planta. Estudos investigam a substância por possíveis efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes e por sua relação com diferentes aspectos da saúde.
Uma revisão publicada em 2025 na revista Frontiers in Pharmacology reuniu 25 metanálises de ensaios clínicos e encontrou possíveis efeitos da suplementação com curcumina sobre marcadores inflamatórios, perfil lipídico, pressão arterial, glicemia e dores musculoesqueléticas, entre outros desfechos. Os pesquisadores, porém, destacaram que a qualidade das evidências varia e que ainda existem incertezas para várias condições.
Isso significa que a cúrcuma pode fazer parte de uma alimentação equilibrada, mas não deve ser encarada como tratamento para doenças. Além disso, boa parte das pesquisas utiliza extratos ou suplementos de curcumina em doses que não podem ser comparadas diretamente à quantidade de cúrcuma usada para temperar os alimentos.