Um ponto importante é que não há um único valor de LDL considerado ideal para todas as pessoas. As metas variam conforme o risco cardiovascular individual.
Histórico familiar, diabetes, hipertensão, sedentarismo, obesidade, tabagismo e doenças cardiovasculares anteriores, por exemplo, podem modificar a avaliação médica e fazer com que seja necessário um controle mais rigoroso dos níveis de colesterol.
As diretrizes brasileiras mais recentes reforçam a necessidade de individualizar as metas de tratamento de acordo com o risco de cada paciente.