Os pesquisadores não recomendam mudanças no tratamento das pacientes que desenvolvem a doença após uma cesariana. A orientação é que mulheres com histórico do procedimento sejam acompanhadas com maior vigilância durante o período de monitoramento após o diagnóstico da mola gestacional.
Atualmente, o tratamento inclui o esvaziamento do útero por aspiração, sessões de quimioterapia em casos necessários e o acompanhamento dos níveis do hormônio beta-hCG, utilizado como marcador para avaliar a evolução da doença. A retirada do útero é indicada apenas em situações específicas.
Os especialistas destacam que a descoberta reforça a necessidade de que a cesariana seja realizada apenas quando houver indicação clínica, considerando não apenas os riscos imediatos, mas também possíveis consequências em longo prazo para a saúde da mulher.