Grande parte das pessoas associa câncer de pele apenas ao melanoma, considerado o tipo mais agressivo. Entretanto, existem outros tipos muito mais comuns, como o carcinoma basocelular, que também precisam de tratamento e acompanhamento médico.
Como essas lesões geralmente não causam dor nas fases iniciais, muitos pacientes acreditam que não existe motivo para preocupação. Essa falsa sensação de segurança pode atrasar o diagnóstico por meses ou até anos.
Outro fator é que muitas alterações se parecem com pequenas espinhas, machucados ou irritações provocadas pelo sol, dificultando a identificação do problema por quem não está acostumado a observar a pele.
A exposição solar acumulada durante décadas também aumenta o risco da doença. Por isso, áreas como rosto, couro cabeludo, orelhas, pescoço, braços e mãos costumam concentrar boa parte dos casos diagnosticados.
Quanto mais tempo uma lesão permanece sem avaliação, maiores podem ser os danos aos tecidos ao redor e mais complexo tende a ser o tratamento necessário.