Especialistas lembram que esses remédios são caros e não devem ficar baratos tão cedo. “É uma evolução, mas uma evolução para poucos”, diz a endocrinologista Maria Edna de Melo. No Brasil, 30% dos adultos têm obesidade, mas o custo alto da tecnologia e da logística impede que as canetas cheguem à população em geral