O câncer de esôfago atinge o tubo que liga a boca ao estômago e pode estar associado a fatores como tabagismo, consumo excessivo de álcool, má alimentação e excesso de peso. Quando identificado em estágio inicial, as taxas de sobrevivência podem chegar a 86%. Em fases avançadas, no entanto, esse índice cai significativamente.
Segundo o cirurgião esofagogástrico Sheraz Markar, em entrevista ao jornal britânico Mirror, os sintomas podem ser vagos, mas a azia constante é um dos sinais mais comuns. A persistência da queimação, especialmente quando não melhora com mudanças na alimentação ou uso de medicamentos simples, deve ser investigada.
É importante observar a frequência, a intensidade e a duração do sintoma. Azia ocasional é diferente de desconforto que se repete por semanas ou meses, principalmente quando associado a outros sinais físicos.