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AVC pode acontecer durante o sono; veja os sinais que exigem atenção ao despertar - O que fazer ao acordar com sintomas?

Conhecido como wake-up stroke, ou AVC ao despertar, o quadro ocorre quando o paciente percebe os primeiros sinais ao acordar, sem saber exatamente em que momento o evento começou.A - O que fazer ao acordar com sintomas?

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O que fazer ao acordar com sintomas?

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Ao perceber sinais suspeitos, a orientação é buscar atendimento médico imediatamente. No Brasil, a recomendação é acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pelo número 192.

Não espere os sintomas melhorarem e não volte a dormir na tentativa de fazer o mal-estar passar. Também é importante não oferecer medicamentos por conta própria. Em casos de AVC, o tempo até o atendimento pode influenciar as possibilidades de tratamento e a recuperação do paciente.

Existe tratamento mesmo sem saber quando o AVC começou?

Sim. Embora a incerteza sobre o horário de início dos sintomas possa dificultar algumas decisões médicas, os exames de imagem permitem avaliar determinados pacientes que acordam com sinais de AVC.

Tomografia computadorizada, ressonância magnética e exames de perfusão cerebral podem ajudar a identificar a extensão da lesão e verificar se existem áreas do cérebro que ainda podem se beneficiar do restabelecimento da circulação sanguínea. “Por meio da tomografia computadorizada, da ressonância magnética e de estudos de perfusão cerebral, conseguimos avaliar não apenas a presença de um AVC, mas também identificar regiões do cérebro que ainda podem ser recuperadas”, destaca Espíndola.

No AVC isquêmico, causado pela obstrução de uma artéria, alguns pacientes podem receber medicamentos trombolíticos, que ajudam a dissolver o coágulo responsável pelo bloqueio. A possibilidade de uso depende de critérios clínicos, exames de imagem e do tempo estimado desde o início do evento.

Outra alternativa é a trombectomia mecânica, procedimento realizado por meio de um cateter que permite retirar o coágulo e restabelecer o fluxo sanguíneo. Em pacientes selecionados, a intervenção pode ser indicada até 24 horas após o último momento em que a pessoa foi comprovadamente vista sem sintomas.

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