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Prima de Suzane se manifesta após prestar depoimento sobre disputa por herança

Carmem Silvia Magnani acusa Suzane Von Richthofen de retirar bens da casa do médico Miguel Abdalla Netto, encontrado morto em janeiro, aos 76 anos

A empresária Carmem Silvia Magnani prestou depoimento na última terça-feira (11), em uma delegacia no bairro Campo Belo, na zona sul de São Paulo. Ela acusa Suzane Von Richthofen de retirar bens da casa do médico Miguel Abdalla Netto, encontrado morto em janeiro, aos 76 anos. O patrimônio é estimado em cerca de R$ 5 milhões.

Suzane é sobrinha do médico e foi condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os pais. A investigação e o processo de inventário tramitam sob sigilo. As informações são do portal Metrópoles.

Depoimento à Polícia

O depoimento de Silvia durou mais de duas horas e faz parte da investigação que apura supostos furtos, saques e invasões à residência de Miguel Abdalla Netto.

Em nota enviada à coluna Fábia Oliveira, a empresária confirmou que colaborou com as autoridades:

“Na última terça-feira (11/2) Silvia prestou depoimento na investigação sobre os furtos, saques e invasões à casa de Miguel. Tanto a investigação quanto o processo de inventário seguem sob sigilo, portanto não iremos comentar neste momento”, diz a nota.

Disputa pela herança

Além da investigação policial, há uma disputa judicial envolvendo a herança do médico, avaliada em aproximadamente R$ 5 milhões.

Silvia, que afirma ter sido companheira de Miguel por mais de dez anos, declarou que um veículo que integra o espólio foi retirado da casa “sem qualquer autorização judicial prévia”.

Nota oficial

Por meio de nota enviada ao Metrópoles, assinada pelas advogadas Débora Cristina Vaccari e Marielli Helena Arruda, a empresária manifestou “grande preocupação diante dos episódios de saques, violações e invasões ocorridos”.

Ao final do posicionamento, ela afirmou confiar nas autoridades: “Confiamos nas ações da Polícia Civil de São Paulo e da Justiça para proteger o espólio de Miguel e responsabilizar os envolvidos nos saques dos bens da família.”

O caso segue sob investigação da Polícia Civil de São Paulo.

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