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Nilton Cesar, ícone da música romântica, morre aos 86 anos

Morreu aos 86 anos o cantor romântico Nilton Cesar, o “Príncipe das Baladas”. Conheça a trajetória do artista que marcou a música brasileira e detalhes do velório.

Nilton Cesar, cantor e compositor que marcou a música romântica brasileira nos anos 1970, morreu nesta terça-feira (27), aos 86 anos, em São Paulo. A morte foi confirmada pela família do artista por meio das redes sociais. A causa não foi divulgada.

De acordo com Eli Corrêa, da Rádio Capital e amigo próximo do cantor, Nilton estava internado desde a semana passada na capital paulista. O velório acontece nesta quarta-feira (28), das 17h30 às 19h30, no Cemitério São Pedro, na Vila Alpina, na zona leste de São Paulo. Após a cerimônia, o corpo será cremado no Crematório Vila Alpina.

A cantora Edith Veiga, amiga do artista, lamentou a perda nas redes sociais. “Hoje a música chora. Um amigo que parte e deixa um vazio no meu coração. A amizade é linda quando começa, mas dolorosa quando termina”, escreveu.

Nilton Cesar deixa a esposa e dois filhos.

Morrer o cantor Nilton Cesar 

Trajetória na música

Nilton Cesar, nome artístico de Nilton Guimarães, nasceu em 1939, em Ituiutaba, no Triângulo Mineiro. Desde cedo demonstrou interesse pela música e costumava se apresentar em reuniões familiares e eventos locais.

Aos 17 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro em busca de espaço na carreira artística. Para evitar confusão com outro cantor da época, Renato Guimarães, adotou o nome Nilton Cesar.

Ele iniciou a carreira profissional na Rádio Tupi, em 1960, e ganhou destaque durante o período da Jovem Guarda. Nos anos 1970, consolidou-se como um dos principais nomes da música romântica, recebendo o apelido de “Príncipe das Baladas”, já que o título de “Rei da Música Romântica” era associado a Roberto Carlos.

O maior sucesso da carreira foi “Férias na Índia”, canção que vendeu cerca de 500 mil cópias e rendeu discos de ouro ao artista. Ao longo dos anos, Nilton Cesar também emplacou músicas que se tornaram clássicos do gênero, como “A Namorada que Eu Sonhei”, “Amor Amor Amor” e “Felicidade”.

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