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Bárbara Evans revela vício em remédio: "Não sabia que fazia tão mal"

Em um vídeo, ela revelou o vício em clonazepam, explicou como a dependência começou há cerca de cinco a seis anos e detalhou o processo de desmame

A influenciadora Bárbara Evans usou suas redes sociais nesta quarta-feira (29) para compartilhar um relato pessoal com seus mais de dois milhões de seguidores no Instagram. Em um vídeo, ela revelou o vício em clonazepam, explicou como a dependência começou há cerca de cinco a seis anos e detalhou o processo de desmame, que vem sendo feito com acompanhamento médico, com o objetivo de melhorar sua saúde mental e qualidade de vida.

Desabafo e conscientização

Eu vou contar para vocês o que está acontecendo comigo e eu vou contar porque eu acho que pode ajudar muitas pessoas que tem o mesmo vício que eu. Eu não conseguia dormir sem o clonazepam. Isso já tem mais ou menos uns cinco, seis anos. Eu não sabia que ele fazia tão mal a longo prazo e eu fui entendendo que ele faz muito mal. Durante as minhas gestações eu consegui ficar sem. Eu tinha dificuldade para dormir, mas eu consegui tirar 100% durante as gestações. Mas assim que eu parei de amamentar, eu voltei porque eu não conseguia pregar o olho.

Na sequência, Bárbara contou que decidiu buscar ajuda profissional e iniciou um processo cuidadoso para abandonar o medicamento.

Agora eu comecei a fazer psicóloga já tem um tempo e acompanhamento com a psiquiatra para tirar essa medicação até porque eu quero ter muita saúde mental para aproveitar muito os meus filhos. Estou compartilhando com vocês um defeito meu, que é o vício nesse remédio. A gente está fazendo um trabalho já de três meses com a minha psiquiatra, que é de reduzir o clonazepam. Está sendo muito difícil. Eu tenho essa dependência, mas eu estou conseguindo tirar.

Além do relato em vídeo, a influenciadora reforçou o alerta na legenda da publicação, destacando os riscos do uso prolongado do medicamento e a importância do acompanhamento especializado. 

Hoje eu resolvi abrir algo muito pessoal. Por muito tempo, o clonazepam fez parte da minha rotina. O que muita gente não vê é o quanto esse tipo de medicamento pode, aos poucos, prender, limitar e afetar a nossa vida. Eu estou em processo de retirada, com acompanhamento psiquiátrico, com responsabilidade e muito cuidado. Não é fácil. Tem dias bons e dias difíceis. Mas é libertador.

Por fim, Bárbara incentivou seguidores que passam por situação semelhante a buscarem ajuda e não enfrentarem o problema sozinhos. “Compartilho isso porque sei que não estou sozinha e talvez você também não esteja. Se você faz uso, não tome decisões sozinho. Procure ajuda, orientação, faça tudo com segurança. Mas saiba: existe vida depois disso. Uma vida mais leve, mais presente, mais saudável”, escreveu.

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