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Defesa de Pedro Espíndola questiona inquérito que levou ao indiciamento

Nota afirma que procedimento ignorou garantias legais e não respeitou o devido processo legal

A defesa de Pedro Henrique Espíndola contestou a forma como foi conduzido o inquérito que levou ao indiciamento do ex-participante do BBB 26 por importunação sexual, no Rio de Janeiro. Em nota enviada ao portal Metrópoles, os advogados afirmam que a investigação da Polícia Civil fluminense desconsiderou garantias legais fundamentais e avançou de maneira acelerada, sem observar o devido processo legal.

Defesa aponta falhas no inquérito

De acordo com a defesa, não foram colhidos os depoimentos nem da suposta vítima, que segue confinada no reality show, nem do investigado, que está internado em uma clínica psiquiátrica. Os advogados também sustentam que a cadeia de custódia das provas não foi respeitada e que não houve qualquer contato formal com a equipe de defesa ao longo da apuração.

“O que se apresenta como apuração não busca a verdade, não respeita garantias e não resiste ao menor exame técnico”, afirmam os defensores no comunicado.

Posição da Polícia Civil

A investigação ficou a cargo da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá. Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, o material audiovisual reunido no inquérito passou por perícia técnica, que identificou elementos considerados suficientes para caracterizar a materialidade e a autoria do crime, mesmo sem a oitiva do investigado.

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