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Viúva de Chorão afirma que o cantor jamais votaria em Flávio Bolsonaro

Grazia Gonçalves explica que fala do artista era brincadeira e não apoio político

  • Graziella Gonçalves esclarece que Alexandre Magno Abrão não apoiaria Flávio Bolsonaro.
  • Viúva de Chorão usa letras da banda para justificar posição política do cantor.
  • Discussão surgiu após gravação antiga em que Chorão brincou com frase sobre Lula.
  • Graziella afirma que Chorão não gostava de políticos, mas lutava por direitos sociais.
  • Elza reforça que cantor não apoiaria pessoas envolvidas com a família Bolsonaro.
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Graziella Gonçalves, viúva de Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., se manifestou na última sexta-feira (9) sobre especulações a respeito do posicionamento político do cantor. Ela afirmou que Alexandre Magno Abrão não apoiaria Flávio Bolsonaro e usou as letras da banda para justificar sua opinião.

Chorão e 'Grazon'. Foto: Reprodução

“Quem escuta Charlie Brown e acha que ele apoiaria esse candidato 22, desculpa, você está escutando errado”, declarou Graziella em um vídeo publicado nas redes sociais.

A discussão surgiu após a circulação de uma gravação antiga em que Chorão brinca com o título da música “Zóio de Lula”. Na ocasião, o artista disse: “Não votem em Lula, votem em Zóio de Lula”.

Diante da repercussão, Graziella, conhecida pelo apelido “Grazon”, dado pelo próprio cantor e apontada como inspiração para suas letras românticas, explicou que a fala era uma brincadeira e não deveria ser interpretada como uma declaração de apoio político.

Segundo ela, Chorão não gostava de políticos, mas se preocupava com questões sociais e com os direitos das pessoas.

“Gente, vocês têm que ter uma noção de contexto, de brincadeira e tal. O Alexandre nunca gostou de política nem de políticos, mas ele era uma pessoa humana, que lutava pela vida, pelos direitos”, afirmou.

Na sequência, a viúva reforçou que o cantor não apoiaria pessoas que, segundo ela, estivessem envolvidas nas questões atribuídas à família Bolsonaro. “Ele jamais apoiaria pessoas envolvidas com as coisas que essa família tá envolvida, então jamais 22. Chorão? 13”, concluiu.

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