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Paolla Oliveira afirma ser alvo de Deepfakes sexuais; entenda o crime!

A atriz revelou que tem sido alvo de deepfakes de teor sexual e de vídeos manipulados, alertando para o avanço da tecnologia, que tem facilitado a produção e a disseminação desse tipo de conteúdo falso

  • Paolla Oliveira denuncia uso indevido de sua imagem por inteligência artificial em entrevista ao Fantástico.
  • Atriz revela circulação de deepfakes e vídeos manipulados com sua identidade e conteúdo sexual.
  • Advances da IA facilitam produção e disseminação de conteúdos falsos em redes sociais e mensagens.
  • Paolla alerta sobre impacto da manipulação digital e desafios de combater fraudes tecnológicas.
  • Anteriormente, ela já havia denunciado circulação de 198 anúncios falsos com sua imagem em três meses.

Paolla Oliveira voltou a denunciar o uso indevido de sua imagem por meio de inteligência artificial durante entrevista ao Fantástico, da TV Globo, exibida nesse domingo (2). A atriz revelou que tem sido alvo de deepfakes de teor sexual e de vídeos manipulados, alertando para o avanço da tecnologia, que tem facilitado a produção e a disseminação desse tipo de conteúdo falso.

Interpretação preocupa atriz

Ao comentar o problema, Paolla afirmou que tem visto conteúdos falsos circulando com sua identidade e destacou o impacto da manipulação digital. “Tem fotos minhas na internet que eu nunca tirei, vídeos meus falando coisas que eu nunca disse, corpo circulando por aí com rosto em cima que não é o meu”, afirmou.

A atriz explicou que o avanço das ferramentas de inteligência artificial tornou esse tipo de fraude mais acessível, ampliando a circulação de imagens, vídeos e áudios manipulados nas redes sociais e em aplicativos de mensagens. Entre os casos, estão as chamadas deepfakes sexuais, produzidas sem o consentimento das vítimas.

O alerta de Paolla não é inédito. No fim de junho, ela já havia informado os seguidores sobre a circulação de conteúdos falsos criados com IA usando sua imagem. Na ocasião, citou um levantamento do NetLab, laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que identificou 198 anúncios fraudulentos com sua imagem em pouco mais de três meses, muitos deles direcionando usuários para grupos privados onde eram comercializados deepfakes pornográficos.

Durante a entrevista, a atriz também refletiu sobre os desafios de enfrentar esse tipo de crime diante da evolução tecnológica. “Tem um movimento muito gigante que a gente nem se aproxima dele. A gente tem que ter medo, sim. Mas quem sou eu diante dessa tecnologia toda? Essa corrida desleal não vai parar, mas a gente não pode ser engolida”, concluiu Paolla.

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