- Estêvão Ciavatta, marido de Regina Casé, vive com sequelas de acidente em 2008.
- Acidente ocorreu durante passeio em Mangaratiba, deixando-o temporariamente tetraplégico.
- Em livro "No passo da cobra", ele relata o susto e a recuperação após a queda.
- Ciavatta precisa de exercícios três vezes por semana para manter autonomia.
- Ele afirma ter recuperado 80% da função, mas ainda enfrenta limitações físicas.
Regina Casé e Estêvão Ciavatta |
Reprodução/Instagram
O diretor, roteirista e produtor Estêvão Ciavatta, marido da atriz Regina Casé, contou que ainda convive com sequelas físicas de um grave acidente sofrido em 2008. Na ocasião, ele caiu de um cavalo durante um passeio em Mangaratiba, no Rio de Janeiro, e chegou a ficar temporariamente tetraplégico.
O episódio é contado no livro No passo da cobra, com lançamento previsto para novembro. Em trechos divulgados antecipadamente pela coluna Play, do jornal O Globo, Ciavatta relembra as circunstâncias que antecederam a queda, o temor de não voltar a se movimentar e as transformações que precisou enfrentar na vida após o acidente.
Estêvão Ciavatta durante sua recuperação apósd cair de cavalo
Segundo o diretor, o animal começou a dar pinotes quando ele tentava se ajeitar na sela. Sem conseguir controlar, acabou sendo lançado para a frente e atingiu o chão com o rosto. Assim que caiu, percebeu que havia perdido os movimentos do corpo. Mesmo diante da gravidade da situação, ele permaneceu consciente e pediu às pessoas que se aproximaram que não o movessem, temendo que qualquer movimentação pudesse agravar uma possível lesão na coluna vertebral.
Após o acidente, o diretor precisou ser submetido a uma cirurgia e permaneceu hospitalizado por três semanas. A recuperação dos movimentos levou cerca de seis meses, mas, mesmo depois desse período, ele continuou convivendo com limitações físicas decorrentes da queda.
Ciavatta explicou que precisa praticar atividades físicas pelo menos três vezes por semana e manter o corpo em movimento para preservar sua autonomia e evitar os efeitos do sedentarismo. “Muita gente me pergunta se me recuperei 100%. 'Não', respondo. Eu diria que cheguei perto dos 80%, pois tenho uma vida independente, ainda que tenha que conviver com limitações de movimento e sensibilidade por todo o corpo”, afirmou.