- Junior Lima e Monica Benini comentam estado de saúde da filha Lara, de 4 anos, diagnosticada com síndrome nefrótica há um ano.
- A menina segue em tratamento médico com avanços observados, segundo os pais, que destacam acompanhamento contínuo da condição.
- Monica Benini ressalta a importância de entender o corpo como um todo para obter melhores resultados no tratamento da doença.
- A síndrome nefrótica provoca perda excessiva de proteínas pela urina, inchaço e pode exigir uso de medicamentos como corticoides.
- O acompanhamento médico é essencial para controlar a doença e prevenir recidivas, especialmente em crianças, que costumam ter melhor resposta ao tratamento.
Junior Lima com a família |
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Junior Lima e Monica Benini falaram sobre o estado de saúde da filha, Lara, de 4 anos, que foi diagnosticada com síndrome nefrótica há cerca de um ano. A condição afeta os rins e provoca a perda excessiva de proteínas pela urina.
Desde o diagnóstico, a menina segue em acompanhamento médico e, segundo os pais, tem apresentado avanços no tratamento.
Junior Lima e a filha Lara. Foto: Reprodução/Instagram
Monica Benini afirmou que a família tem acompanhado mudanças positivas na saúde da filha e destacou a importância de observar o organismo de forma ampla durante o tratamento. “Acho que estamos tendo maravilhosos avanços assim. E é isso, entendendo o corpo como um todo”, contou à Quem.
Ao comentar a rotina de cuidados, Junior Lima ressaltou que, por se tratar de uma síndrome de evolução nem sempre previsível, o acompanhamento acontece de forma contínua. “Como toda doença que não é tão exata assim, na verdade é uma síndrome, é um dia após o outro. Mas estamos em um bom caminho. Estamos bem, graças a Deus”, afirmou.
IEntenda a síndrome nefrótica
A síndrome nefrótica é uma alteração nos rins que faz com que proteínas do sangue sejam eliminadas em excesso pela urina. Essa perda pode provocar retenção de líquidos e, consequentemente, inchaço pelo corpo.
Em crianças, os sinais mais frequentes são inchaço ao redor dos olhos e nas pernas e urina espumosa. A condição costuma aparecer entre os 2 e os 9 anos, e o tratamento depende da causa, podendo envolver corticoides e outros medicamentos.
A forma mais comum na infância costuma responder bem ao tratamento, embora algumas crianças possam ter recidivas. Por isso, o acompanhamento médico é necessário para controlar a doença e identificar novas perdas de proteína.
Monica Benini e os filhos, Otto e Lara. Foto: Reproduçãi/Instagram