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Filho de Hebe diz que mansão abandonada não pertencia à mãe: ''Milionésima vez''

Ele voltou a esclarecer que o imóvel não pertencia à apresentadora e criticou as pessoas que entram na propriedade para fazer gravações

  • Marcello Camargo esclarece que mansão do Morumbi não pertencia à mãe, mas ao segundo marido, Lélio Ravagnani.
  • Família deixou a residência em 2000 após o falecimento de Lélio e nunca mais retornou ao local.
  • Herdeiro critica pessoas que entram na propriedade para gravar e publicar imagens da casa em ruínas.
  • Marcello afirma que não pode processar invasores, pois a casa não é de sua propriedade.
  • Vídeo compartilhado nas redes sociais reforça que a mansão foi abandonada e não pertence à família.
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Marcello Camargo, filho único de Hebe Camargo se pronunciou sobre repercussão de vídeos que mostram o estado de abandono de uma mansão onde a apresentadora viveu por 21 anos no Morumbi, em São Paulo. Em vídeo compartilhado nas redes sociais, ele voltou a esclarecer que o imóvel não pertencia à mãe e criticou as pessoas que entram na propriedade para fazer gravações.

“Gente, vocês não devem aguentar mais eu falando desse assunto, né? Agora, imagina eu, tendo que voltar aqui, falar de novo disso, que não param de postar coisa daquela casa que está em ruínas”, iniciou.

Mansão onde Hebe Camargo morou durante 21 anos Imagem: Reprodução/Youtube/@lolobolado 

Na sequência, Marcello explicou que a propriedade pertencia a Lélio Ravagnani, segundo marido de Hebe, que morreu em 2000. Segundo ele, a família deixou a residência naquele mesmo ano e nunca mais retornou ao local.

“Pela milionésima vez, eu venho aqui dizer que não era da minha mãe, não era da Hebe Camargo. Era, sim, do Lélio, marido dela, que faleceu no ano 2000. Nós saímos de lá no ano 2000 e nunca mais voltamos nessa casa, tá?”, afirmou.

Mansão onde Hebe Camargo morou durante 21 anos Imagem: Reprodução/Youtube/@lolobolado 

O herdeiro da artista também reclamou de pessoas que entram no imóvel para registrar imagens e publicar na web. Segundo ele, as gravações ultrapassam os limites. “E as pessoas invadem a casa. Invadem, isso é invasão de propriedade. A maior prova que não é minha é que eu não posso processar, porque não é minha, que se fosse minha, eu processava”, completou.

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