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Esposa de Lito revela perda de peso após diagnóstico raro do marido

A empresária contou que perdeu peso em meio ao estresse provocado pelo diagnóstico do marido

  • Mila Seidl explica emagrecimento por estresse após diagnóstico de DCJ do marido.
  • Empresária afirma que mudança na aparência foi notada até pelo filho, Malone.
  • Mila nega relação entre perda de peso e uso do medicamento Mounjaro.
  • Empresária comenta chegada de medicamento experimental para tratamento do marido.
  • Mila destaca importância da mobilização para ampliar acesso a tratamentos no Brasil.
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Mila Seidl, de 41 anos, explicou aos seguidores nesta quarta-feira (16) por que emagreceu nos últimos meses. A empresária contou que perdeu peso em meio ao estresse provocado pelo diagnóstico do marido, Lito Sousa, de 59, que enfrenta a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ).

O desabafo de Mila

Nos Stories do Instagram, Mila contou que até o filho do casal, Malone, de 7 anos, percebeu a mudança em sua aparência. 

"Meu filho falou que eu estava com cara de doente, porque eu sempre fui muito arrumada, fiz cabelo, maquiagem, sempre muito vaidosa, e agora não estou. Como dá para ver, não faço nada no cabelo mais e nem na unha tem dois meses. Hoje passei um negocinho no olho para ver se passa um pouco essa imagem", afirmou.

A empresária também negou que o emagrecimento tenha relação com o uso de Mounjaro e atribuiu a perda de peso ao momento vivido pela família. "Sobre essa magreza que estou, não é Mounjaro, não. Tem outro nome: estresse. Essa não tem graça. Não tem um gostinho feliz, sabe? Não tem nem roupa que me sirva", declarou. Mila ainda explicou que decidiu se arrumar para acompanhar o marido.

Medicamento experimental para Lito

Mila também comentou a chegada de um medicamento experimental que será utilizado no tratamento de Lito. Segundo ela, amigos e parceiros do influenciador ajudaram na mobilização para trazer o remédio ao Brasil, com uma liberação mais rápida junto aos órgãos responsáveis. "Isso acontece todo santo dia, a diferença é que esses bastidores as pessoas não tem visibilidade, mas quase todo dia tem medicamento vindo de fora", disse.

Ao falar sobre a mobilização em torno do caso, Mila afirmou estar feliz por participar desse processo e destacou a possibilidade de ampliar o acesso a tratamentos e incentivar estudos no país. 

"Dentro de todas as coisas ruins, tem coisas boas e a gente precisa olhar e entender. [A coisa boa] é a possibilidade de trazer esses tratamentos para o Brasil para [ajudar] outras pessoas e de estudos serem feitos no Brasil", afirmou.

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