- Carolina Dieckmann respondeu críticas por apoiar a Argentina e Messi na Copa do Mundo.
- Publicou vídeo com texto de Lia Vainer Schucman sobre racismo e moralidade entre nações.
- Destacou histórico de colonialismo, racismo e violência em Espanha, Inglaterra e França.
- Atriz questiona classificação de países como moralmente superiores com base em seu passado.
- Apelou a Lionel Messi para usar sua influência na luta contra o racismo e a xenofobia.
Carolina Dieckmmann está torcendo por Messi na Copa do Mundo 2026 |
Foto: Reprodução/instagram
A atriz Carolina Dieckmann se pronunciou após receber críticas nas redes sociais por declarar torcida para a Argentina e por Lionel Messi na semifinal da Copa do Mundo.
Em um vídeo publicado em seu perfil, ela leu um texto da professora Lia Vainer Schucman em resposta aos comentários feitos por internautas depois de manifestar apoio à seleção argentina. A equipe venceu a Inglaterra por 2 a 1 e garantiu vaga na final do Mundial, na qual enfrentará a Espanha.
QUESTIONAMENTOS
Após a repercussão, parte do público relembrou episódios de racismo envolvendo torcedores argentinos e polêmicas relacionadas a alguns atletas da equipe. No vídeo, a atriz questiona a ideia de classificar um país como moralmente superior a outro com base em seu histórico de racismo e violência.
O texto compartilhado cita acontecimentos históricos e questões contemporâneas envolvendo Espanha, Inglaterra, França e Argentina.
“Minha opinião: cada um torce para quem quiser. Mas escolher o país que você vai torcer com base em qual seria mais ou menos racista historicamente não faz muito sentido”, diz um dos trechos.
A publicação também menciona casos de racismo e xenofobia na Espanha, o passado colonial da Inglaterra, a colonização francesa e problemas relacionados ao racismo, à islamofobia e à xenofobia na França. Em relação à Argentina, o conteúdo aborda o apagamento e a violência contra populações indígenas e negras, além de manifestações racistas protagonizadas por torcedores e aspectos do cenário político atual do país.
Ao final, o texto afirma que nenhuma das nações citadas pode ser considerada moralmente isenta de responsabilidade, destacando que todas carregam históricos de colonialismo, racismo e violência cujos impactos permanecem no presente.
Na legenda da publicação, Carolina também fez um apelo a Lionel Messi, de quem declarou ser admiradora.
“No mais, como fã do futebol do Messi, sigo esperando que ele se pronuncie, usando sua imensa força pra ajudar na luta antirracista. Beijo!”, escreveu.