- A influenciadora Ary Mirelle compartilhou desabafo sobre dificuldades com o comportamento do filho, Jorge, de 2 anos.
- Ary explicou que está vivendo a fase "terrible two", marcada por irritação e busca por autonomia do bebê.
- A mãe destacou a importância de manter a calma e evitar gritos, mesmo diante das crises do filho.
- Jorge chegou a bater no celular durante uma crise, o que levou Ary a explicar como estabelece limites.
- Ary também mencionou que está aprendendo a lidar com a fase e a aplicar o aprendizado com o filho mais novo.
Ary Mirelle e o filho Jorge |
Reprodução / Instagram
A influenciadora Ary Mirelle, de 23 anos, compartilhou na quinta-feira (6), em suas redes sociais, um desabafo sobre as dificuldades com o comportamento do filho mais velho, Jorge, de 2 anos. A esposa de João Gomes mostrou o menino chorando durante uma crise ao se recusar a sair do box do banheiro e falou sobre os desafios da maternidade.
FASE DOS DOIS ANOS
Ary explicou que acredita estar vivendo o chamado “terrible two”, conhecido como a “adolescência dos bebês”, período marcado por irritação, negativas constantes e busca por autonomia. A fase costuma atingir seu auge por volta dos 2 anos e pode se estender até os 3 anos.
Durante o relato, a influenciadora falou sobre a importância de manter a calma na educação dos filhos, apesar das dificuldades do dia a dia. “Na educação positiva, a mãe respira fundo, não grita de volta e só tem que entender. Às vezes eu grito. Com eles, não. Comigo. 'Meu Deus! Eu vou endoidar'”, afirmou.
O menino chegou a se aproximar do celular que registrava o momento e bateu no aparelho. Ary, então, explicou como tenta estabelecer limites durante as crises. “Faz o que quer. Quando eu não deixo ele fazer alguma coisa, ele olha para mim com o olho maior do mundo, grita e aperta a pessoa que está perto dele”, contou.
A mãe de Jorge e Joaquim, de quase 1 ano, disse que também está aprendendo a lidar com cada situação e que precisará enfrentar novamente essa fase com o filho mais novo. “Estou aprendendo, conhecendo, e vou passar de novo com Quinquinho [o caçula]. Eu tenho que saber lidar e conduzir a situação, até para o meu próprio bem”, declarou.
Ary ainda relatou que, mesmo quando as atitudes do filho podem parecer engraçadas, evita demonstrar isso para não reforçar o comportamento. “Não falo brincando nem rindo. Às vezes a gente vira para rir, mas depois volta... ele escuta, entende e sabe que está errado, mesmo fazendo birra”, finalizou.