30 anos da morte dos Mamonas Assassinas
Em 2 de março de 1996, o Brasil chorava a perda dos Mamonas Assassinas, no auge de um sucesso meteórico que marcou a história da música brasileira. Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, e os irmãos Sérgio e Samuel Reoli morreram em um acidente aéreo na Serra da Cantareira, em São Paulo, quando o jatinho em que estavam se chocou contra a montanha, pouco antes de pousar no Aeroporto de Guarulhos. Também faleceram o piloto, o copiloto e dois membros da equipe.
O fenômeno da banda durou apenas sete meses, entre julho de 1995 e março de 1996, tempo suficiente para conquistar o país com seu estilo irreverente, que misturava rock com humor e diversos gêneros musicais, como punk, forró, sertanejo, heavy metal e pagode.
O grupo lançou apenas um disco, intitulado Mamonas Assassinas, que vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil e se tornou um dos álbuns mais bem-sucedidos da história da música nacional. Entre os maiores sucessos estão as canções Pelados em Santos, Robocop Gay, Vira‑Vira e Mundo Animal.
Mesmo com uma carreira breve, o quinteto deixou um legado inesquecível e continua sendo lembrado como um fenômeno cultural da música brasileira.