- Governador Rafael Fonteles reúne lideranças evangélicas em Teresina para discutir parcerias em ações sociais e saúde mental.
- Fonteles destaca papel das igrejas no atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade e na saúde mental.
- Ele enfatiza necessidade de diálogo entre poder público e instituições religiosas para compreender demandas da população.
- Fonteles defende expansão da Rede de Atenção Psicossocial e integração com a atenção básica em saúde mental.
- Ele reconhece contribuição das igrejas no acolhimento de cidadãos e na promoção da saúde espiritual.
O governador do Piauí e candidato à reeleição, Rafael Fonteles, participou nesta segunda-feira (10), em Teresina, de um encontro com lideranças evangélicas do estado e destacou a atuação das igrejas no atendimento à população, especialmente em ações sociais e de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade. Durante a reunião, o governador também defendeu a manutenção do diálogo e citou a contribuição das instituições religiosas em áreas como saúde mental.
Ao falar sobre a relação entre o poder público e as igrejas, Rafael Fonteles afirmou que a proximidade é necessária para compreender as demandas e reconhecer o trabalho realizado pelas instituições religiosas, destacando a presença das igrejas nos municípios piauienses e o atendimento prestado por essas instituições. Segundo ele, a atuação religiosa alcança diferentes públicos e contribui para o acolhimento de pessoas que enfrentam situações de vulnerabilidade.
Vocês levam a palavra de Deus a todos os homens e prestam um serviço relevante também na área da saúde mental, porque a saúde espiritual ajuda muito naquele que talvez seja o maior problema, o maior desafio da humanidade atualmente, que é a saúde mental. Então, o serviço que vocês prestam ao povo do Piauí, do Brasil e do mundo é muito relevante, afirmou.
De acordo com Rafael, a saúde mental é uma grande preocupação e, portanto, merece uma atenção especial no planejamento do Executivo. “Precisamos de equipes multiprofissionais de saúde mental nos territórios, de integração com a atenção básica, de ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). É isso que insistiremos em fazer, junto com as políticas de assistência social e acolhimento”, concluiu.