Quase 1 milhão de brasileiros que vivem no exterior estão aptos no segundo turno das eleições presidenciais. A votação será realizada em 186 cidades em mais de cem países.
Ao longo deste domingo (25), levantamento de boletins de urna de diferentes partes do mundo, disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), antecipam os números da apuração no exterior.
Até as 7h no horário de Brasília, Lula havia vencido na Nova Zelândia, na Coreia do Sul e na China, enquanto Flávio Bolsonaro havia vencido no Japão, Malásia e nas Filipinas, segundo boletins de urnas divulgados pelo TSE até o momento.
O resultado consolidado, no entanto, só será divulgado pelo TSE após as 17h (horário de Brasília), quando a votação termina no Brasil.
Brasil vai às urnas hoje em disputa acirrada para eleger o presidente
Mais de 158 milhões de eleitores poderão voltar às urnas neste domingo (25) para a definição de uma das disputas à Presidência da República mais acirradas da história do país.
Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar e pouco mais de 22 milhões podem votar se assim desejarem.
Nesse último grupo, estão, por exemplo, os jovens de 16 e 17 anos, muitos dos quais se mobilizaram após o primeiro turno por Flávio Bolsonaro (PL) e por Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e as pessoas com mais de 70 anos, que viraram alvo das campanhas e têm manifestado o desejo de votar.
Abstenção
A abstenção no 1º turno ultrapassou a marca de 33 milhões de eleitores — 21,08% do eleitorado apto a votar — e atingiu o nível mais alto desde 1998.
Esse eleitor, que pode fazer a diferença, qualquer que seja o candidato, pode votar no segundo turno.