Nas eleições de 2026, os eleitores deverão votar em dois candidatos ao Senado Federal, já que cada estado e o Distrito Federal elegerão duas das três vagas que representam cada unidade da federação. Durante a votação, a urna eletrônica exibirá seis fotografias relacionadas ao cargo: três no primeiro voto e outras três no segundo.

Como será a votação

O processo ocorre em duas etapas. Primeiro, o eleitor registra o voto em um candidato ao Senado. Em seguida, a urna solicitará um segundo voto para o mesmo cargo. Em cada votação serão exibidas as imagens do candidato titular e de seus dois suplentes. Dessa forma, ao final do processo, o eleitor terá visualizado seis fotografias.

Ao votar no candidato, o eleitor também estará escolhendo automaticamente os dois suplentes que integram a chapa.

Quem são os suplentes

Os suplentes assumem o mandato quando o senador eleito deixa o cargo de forma temporária ou definitiva.

A substituição pode ocorrer em casos como:

  • nomeação para cargo de ministro de Estado;
  • eleição para governador ou prefeito;
  • nomeação para embaixador;
  • afastamento por mais de 120 dias para tratamento de saúde;
  • renúncia;
  • morte;
  • perda do mandato por decisão da Justiça Eleitoral.

Nos afastamentos temporários, o senador titular pode reassumir o mandato ao retornar às suas funções.

Formação das chapas

Os candidatos ao Senado e seus dois suplentes são definidos pelos partidos políticos durante as convenções partidárias. Os três nomes formam uma única chapa, que permanece vinculada durante todo o mandato, caso seja eleita.

O modelo difere do utilizado nas eleições para a Câmara dos Deputados. No sistema proporcional, os suplentes não são escolhidos antes da votação, sendo definidos após a apuração conforme a votação obtida pelos candidatos do partido que não conquistaram uma vaga.