Em agosto de 2025, Daniel foi alvo da Operação Hades, que investiga suspeitas de fraude em licitações, corrupção ativa e passiva. Ele chegou a ser afastado temporariamente da prefeitura. O político afirma ser vítima de perseguição e destaca que uma portaria que criou uma força-tarefa foi anulada pelo STF. No entanto, a Suprema Corte manteve a validade da Operação Hades, entendendo que as investigações tiveram início antes da criação da força-tarefa e seguiram sob controle judicial. Daniel nega qualquer irregularidade, e o caso segue em tramitação, sem condenação judicial.