O poder judiciário deve passar por uma reforma após as eleições deste ano. As articulações acontecem em meio a crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF).

O Metrópoles publicou que independente dos resultados nas urnas será impossível que mudanças não sejam votadas ainda em 2026 com destaque para uma possível modificação na indicação dos ministros.

NIVELAR OS PODERES

A ideia seria nivelar o poder do judiciário em relação aos demais que entraram em desvantagem nos últimos anos. 

 Além disso, serviria como uma resposta do Congresso à sociedade. Ministros de tribunais acreditam que diante da atual situação do STF não haveria condições de resistir às mudanças.

ELEIÇÕES PODEM INTERFERIR?

Apesar da votação precisar ocorrer independente de quem seja eleito como presidente, as eleições ainda podem impactar na reforma.

Se Flávio Bolsonaro (PL) ganhar, as mudanças podem ser mais profundas e aprovadas mais rapidamente.

O presidente Lula também tem defendido publicamente uma reforma do Judiciário. A avaliação no Congresso e no STF, contudo, é de que o petista não deve ser tão incisivo quanto Flávio no tema.